Manaus – Margarita, Mérida, Caracas, Paramaribo, Tucacas…

Quase não dá pra acreditar que dá pra sair de Manaus e chegar até uma ilha com praia usando as rotas sugeridas por um GPS.  E se alguém disser que seguindo as dicas dos mapas do GPS dá pra chegar até o ponto asfaltado mais alto da América do Sul, arriscando sujar os pneus do carro com neve?

Uma turma da Venezuela disponibilizou os mapas de lá no site http://www.gpsyv.net/. Com alguma paciência, fazendo registro com um e-mail válido, dá pra baixar o mapa todo da Venezuela, com 45 MB de tamanho aproximadamente.  Depois de instalado, envia o mapa para o GPS, igual o Tracksource para os mapas do Brasil.  Aí dentro do Brasil usa os mapas do Amazonas e Roraima pra desenrolar a chegada até a fronteira, e dentro da Venezuela usa os mapas de lá.

Os mapas da Venezuela estão muitíssimo detalhados. Dá pra chegar em uma cidade e procurar o hotel na hora que vai mostrar todas as opções.  Quando estivemos em Mérida, a cidade estava com os hotéis lotados por causa de um feriado prolongado, e com o GPS fomos pesquisando todas as opções de hospedagem (mais de 20 no total) até encontrar um com as vagas que precisávamos.  Depois disso, usamos o aparelhinho para procurar restaurantes para jantar, postos para abastecer e os pontos turísticos dos locais. Parecíamos moradores das cidades, indo de um ponto a outro sem perguntar nada pra ninguém nem perdendo tempo entrando em rua errada.

Outra vantagem de usar o GPS nessas viagens é a previsão que mostra, indicando quanto tempo a gente leva pra chegar no destino. Lógico que eventuais paradas causam diferenças no tempo total, mas dá pra ter noção do tempo aproximado.  Por exemplo, saindo de Manaus, do cruzamento da Avenida Eduardo Ribeiro com a 7 de Setembro até Boa Vista, na Praça do Garimpeiro, dá 785 Km, com tempo de percurso de 12h32min, 1001 Km até a fronteira com a Venezuela e 1024 Km até o ponto de embarque do ferry-boat.

Ou seja, viajar usando um GPS de guia na estrada é outra coisa. Quem viaja com um desses nunca mais deixa de usar.

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O “X” da discórdia

Manaus está repleta de cruzamentos que levam os motoristas a disputar uns com os outros a preferência de passar.  Consequentemente, os resultados são os previstos de sempre: colisões, que geram mais engarrafamento do que já existe sem estes acidentes.

Um destes “X” está no cruzamento do fim da Djalma Batista com a Recife, após a UNIP, próximo ao Carrefour de Flores.  Os motoristas que seguem da Djalma e desejam entrar na Rua Barreirinha, do Bairro da União, tentam cruzar o fluxo imenso de veículos vindo da Recife em, pasme!, apenas 115 metros.

Situação semelhante passam aqueles motoristas no cruzamento do final da Constantino Nery com a Rua Recife.  Aqueles que saem da Constantino e desejam prosseguir na Estrada do Aeroclube têm 130 metros para conseguir a proeza de passar no meio do fluxo absurdo que continua na Torquato, após a entrada da Rodoviária.

Absurdo ainda é o cruzamento sob o Viaduto Miguel Arraes.  O fluxo de veículos que segue da Darcy Vargas e deseja entrar na Recife conflita com o não menos movimentado fluxo que deriva da Maceió e deseja prosseguir na Darcy Vargas.  Uma obra recente, feita sem o devido planejamento, induz a população a causar acidentes.

Mas a coroa vai mesmo é para os experts que planejaram aquele entra-e-sai do Manauara Shopping.  Ali a disputa é no vale-tudo.  Quem quer entrar nas vias de acesso ao estacionamento do shopping briga com aqueles que estão saindo das vias opostas.

É, Manaus está moderna mesmo. Ninguém precisa viajar aos Estados Unidos pra ver Demolition Derby.  Essa atração está disponível em todas as esquinas desta megalópole brasileira.

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Economia estúpida

Tem coisas que não valem à pena economizar, especialmente quando é uma economia estúpida. Uma dessas coisas é estacionar lá na baixa da égua, em local proibido, só pra livrar uns 3 ou 4 reais.  Pois é o que acontece com uns zé-manés que insistem em parar seus veículos nas ruas ao lado do Shopping Manauara.

Rua ao lado do Manauara

Estacionamento proibido na rua ao lado do Manauara

Além do engarrafamento que ajudam a criar, ao limitar ambas as ruas a uma só faixa de rolamento, ainda prejudicam a entrada e saída de caminhões do depósito do Carrefour, que fica ao lado.  Numa destas vezes, um caminhão teve que se desdobrar para tentar entrar, o que ficava extremamente complicado por conta de uns veículos estacionados irregularmente bem na entrada.  Como demorou para fazer a manobra, causou um engarrafamento que chegou até a Rua Paraíba. Se dermos um desconto para o horário inadequado de caminhões de carga estarem circulando em área urbana, vamos perceber que os principais (ir)responsáveis pela situação foram as antas que deixaram os carros ali no local de estacionamento proibido.

Dá vontade de torcer para que peguem aquele chuvaral bem no horário em que saem do shopping ou do Carrefour, que é pra ver se eles se mancam.  Mas melhor que isso seria que eles aprendessem que no trânsito as mínimas atitudes ajudam a melhorar a vida de todos.

De outro lado, se o agente fiscalizador passasse ali para fazer a sua parte e multar esses sacanas, aposto que esse tipo de coisa não ficava acontecendo.

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Mapas de Manaus e Amazonas

Esta galeria contém 3 fotos.

Sabe aquelas coisas que a gente nunca viu, mas quando começa a usar não sabe porque não usava antes? Pois é, o Projeto Tracksource é a versão brasileira do desenvolvimento gratuitos de mapas para uso em GPS. Mesmo quem não … Continuar lendo

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Ligando os motores.

Eis que aqui começa o blog  “Manaus não é um Autorama”, que servirá de mural para os absurdos observados no trânsito aqui na Paris das selvas, e nos arredores também.

Se fosse colocado aqui o que ocorre diariamente no meio da rua, acho que não teria tempo de fazer outra coisa na vida.  Então  vou postar só o que verei na hora que rodar no trânsito.  Pelo que me lembro, não vai ser pouco.

Se alguém quiser contribuir, fique à vontade. Vale tudo para melhorar esse inferno que encaramos quando usamos nossos possantes.

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